
Através da superfície de tua pele
Arrepio que invade teu cio
Fetiche de uma noite de frio
Abertas as passagens do gozo
Teu rosto sua e estremece
A prece de Vênus eu repouso
As pernas se arqueiam e pedem
Trôpegos relâmpagos de afeto
E apertam meu corpo objeto
As bocas com sede de sexo
Amplexo de corpos ardendo
Sedentos de fluidos, gemendo
Transpasso macia pluma
Na bruma que me enlaço
Braços que rompem espaços
No clímax de suor misturado
Movimentos, ritmo acelerado
Clamor sem traço no tempo
E agora teu sorriso sereno
Peles sensíveis em pleno
Preciso e suave momento
Deito meus olhos nos teus
Traço em teu braço um afago
Capto o arraso de um adeus
Levantas de meu lado e segues
Busca tuas vestes e me despes
De esperança de ter-te entregue
Em transe meu corpo ali vibra
Teu gosto resta em meus lábios
E o coração que não bate, fibrila
Presságio de um corpo molhado
Que desprende uma parte que parte
E o que fica é o vazio a esperar-te
Arrepio que invade teu cio
Fetiche de uma noite de frio
Abertas as passagens do gozo
Teu rosto sua e estremece
A prece de Vênus eu repouso
As pernas se arqueiam e pedem
Trôpegos relâmpagos de afeto
E apertam meu corpo objeto
As bocas com sede de sexo
Amplexo de corpos ardendo
Sedentos de fluidos, gemendo
Transpasso macia pluma
Na bruma que me enlaço
Braços que rompem espaços
No clímax de suor misturado
Movimentos, ritmo acelerado
Clamor sem traço no tempo
E agora teu sorriso sereno
Peles sensíveis em pleno
Preciso e suave momento
Deito meus olhos nos teus
Traço em teu braço um afago
Capto o arraso de um adeus
Levantas de meu lado e segues
Busca tuas vestes e me despes
De esperança de ter-te entregue
Em transe meu corpo ali vibra
Teu gosto resta em meus lábios
E o coração que não bate, fibrila
Presságio de um corpo molhado
Que desprende uma parte que parte
E o que fica é o vazio a esperar-te

